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Decreto do RSC segue emperrado na Casa Civil e greve dos técnico-administrativos já ultrapassa 100 dias

Foi aprovada uma nova representação de Alagoas no Comando Nacional de Greve (CNG), em Brasília

Foto por: Ascom/Sintufal
Assembleia de greve da categoria debateu os rumos do movimento paredista

O impasse em torno do decreto que regulamenta o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), ainda parado na Casa Civil, continua sendo uma das principais reivindicações dos técnico-administrativos das universidades federais. Em meio à falta de avanços nas negociações, a greve nacional da categoria já ultrapassa 100 dias e segue mobilizando trabalhadores em todo o país.

Na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a assembleia geral extraordinária de greve realizada na manhã desta quinta-feira (11/06), no hall da Reitoria, no Campus A. C. Simões, debateu os rumos do movimento paredista, avaliou o cenário nacional e reforçou a necessidade de manter a mobilização da categoria.

Durante as intervenções, participantes manifestaram preocupação com a duração da paralisação e criticaram a ausência de abertura de um canal de diálogo com representantes do Governo Federal. As lideranças sindicais defenderam a continuidade da resistência como estratégia para alcançar o cumprimento das reivindicações.

“Não podemos continuar aceitando que o Ministério da Gestão e da Inovação nos Serviços Públicos (MGI) siga apostando no desgaste da paralisação”, argumentam lideranças nacionais da categoria. Diante desse cenário, o Sintufal reforçou a importância de manter sua base mobilizada na defesa dos direitos dos servidores.

Ao final da assembleia, foi definida uma nova representação de Alagoas no Comando Nacional de Greve (CNG), em Brasília. Com o retorno dos atuais representantes, Bartolomeu Rodrigues de Moura e José Moysés Ferreira a Maceió, Evilazio Freire foi referendado pela assembleia para representar o estado nas atividades do CNG.

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