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30/05/2019

Sintufal participa de ato em defesa da educação brasileira

Sintufal defendendo a educação pública brasileira
Sintufal defendendo a educação pública brasileira

Técnicos administrativos, professores, estudantes, sindicatos, movimentos sociais, trabalhadores rurais e a população em geral estiveram, nas ruas de Maceió, nesta quinta-feira, à tarde, dia 31 de maio de 2019, com um único objetivo – defender a educação pública, gratuita e de qualidade em todo o Brasil. Todos unidos contra o corte de 30% das verbas de todas as universidades e institutos federais, imposto pelo Ministério da Educação (MEC), no último dia 30 de abril de 2019.

As vozes que se sucederam ao longo da marcha de mobilização em defesa da educação brasileira evidenciaram o quanto os atos do governo federal promovem a decadência cultural, tecnológica e científica e, consequentemente, pretendem trazer estragos para educação pública, gratuita e qualidade e, também, para o bem-estar do povo brasileiro.

De acordo com o coordenador Regional do Sintufal no Campus Sertão/Unidade Penedo, José Moyses Ferreira, esses cortes no primeiro momento do governo Bolsonaro corroboram para que a gente perca a possibilidade de funcionamento da universidade tirando verbas do custeio e do capital. 

“A universidade precisa manter suas pesquisas de ponta. A gente precisa sensibilizar o governo que não é uma questão ideológica a educação. Educação é uma questão perene da sobrevivência de qualquer país. É inimaginável que a educação brasileira passe pelos ataques que vem sofrendo sem que possamos fazer o contraponto dessa questão”, evidenciou Moysés.

Já Paulo Omena, um dos coordenadores gerais do Sintufal, destacou que o governo federal tem feito ataques constantes ao serviço público com o foco, principalmente, na educação brasileira. “O intuito desse governo é promover uma privatização da educação em um futuro próximo”, ou.

Mais de 10 mil pessoas percorreram o trajeto da Praça do Centenário até a Praça Deodoro, onde houve apresentação de pesquisas realizadas pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), discursos dos manifestantes e palavras de ordem proferidas contra os atos de retrocesso promovidos pelo atual presidente da República e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.