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Técnicos trancam Ufal em função da ofensiva do governo federal contra a Educação

Governo federal proíbe a ampliação de despesa com pessoal, o acréscimo de vantagem, auxílio, bônus, abono, verba de representação e benefício de qualquer natureza

Técnicos unidos contra os ataques do governo federal. Foto: Ascom/Sintufal
Técnicos unidos contra os ataques do governo federal. Foto: Ascom/Sintufal

Portões fechados, carro de som, faixas contra as reformas do governo e o desmonte do Estado e técnicos mobilizados na porta do Campus A. C. Simões, no Tabuleiro do Martins, em Maceió. Foi assim que começou a rotina do campus sede da Universidade Federal de Alagoas, nesta quarta-feira, dia 27. A intenção dos técnicos é manter os portões trancados em parte do período matutino.

Os técnico-administrativos estão com suas atividades paralisadas por 48h e seguem o que ficou determinado na última assembleia da categoria, realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), no último dia 22 de novembro. Tal procedimentos dos técnicos atende a orientação repassada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra).

A federação explica que “uma das medidas do governo federal veda o aumento de despesa com pessoal, inclusive o aumento de vantagem, auxílio, bônus, abono, verba de representação e benefício de qualquer natureza” impondo mais arrocho para os servidores federais.

Outros instrumentos impedem reajustes salariais, criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa; alteração de estrutura de carreira que provoque ampliação de despesa; admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título; realização de concurso público; e criação de despesa obrigatória; entre outros.

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