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Sintufal se reúne com reitor e cobra demandas apresentadas pela entidade

Arte: Ascom/Sintufal

Dois diretores do Sindicato dos Trabalhadores na Universidade Federal de Alagoas (Sintufal) estiveram reunidos, nesta segunda-feira, dia 07.12, com o reitor da Universidade Federal de Alagoas, professor Josealdo Tonholo; o pró-reitor de Gestão de Pessoas e do Trabalho da Ufal, Wellington da Silva Pereira; o diretor-geral do Departamento de Administração de Pessoal (DAP/Ufal), Bruno Morais; e o presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas – ADUFAL, professor Jailton de Souza Lira. Em pauta: os Planos de Contingenciamento das Unidades da Ufal, o retorno ao trabalho presencial na Reitoria e Sinfra, a Portaria nº 1030 do MEC e o aumento do número de casos da Covid-19 em Alagoas.

O coordenador de Comunicação do Sintufal, jornalista Ricardo José Oliveira Ferro (Moresi), evidenciou e lembrou ao reitor da Ufal que o sindicato protocolou um requerimento junto à administração central da Ufal solicitando cópias dos Planos de Contingenciamento das Unidades da universidade frente à emergência sanitária, provocada pela pandemia mundial da Covid-19. “Nossa solicitação data do último dia 14 de julho de 2020 e estamos há quase 5 meses esperando os citados planos e até o momento não recebemos nada do que foi solicitado. Tenho certeza de houve tempo suficiente para que estes planos fossem entregues ao Sintufal”, pondera Moresi.

O jornalista destacou ainda, durante a reunião, que o Sintufal protocolou outro ofício em 05.11.2020 sobre o retorno do trabalho presencial na Reitoria e Sinfra, iniciado no último dia 3 de novembro de 2020, e até agora teve apenas “o silêncio como resposta”. “Nós – do Sintufal – voltamos a manifestar nossa preocupação em relação aos riscos de contaminação pela Covid-19 para se definir o retorno diante do fato de não haver ainda vacina para evitar o Coronavírus”, frisa.

Em relação à Portaria nº 1030, do MEC, o coordenador de Comunicação do Sintufal evidencia que o sindicato sempre defende o comprometimento com a Ciência e não aceita os desmandos daqueles que trabalham a favor do vírus e da morte, uma vez que Bolsonaro e sua milícia negam a realidade e a segunda onda do Coronavírus avança no Brasil. “É inaceitável admitir o retorno ao formato presencial de aulas na Ufal e nas demais IFES sem a vacina para garantir a proteção dos trabalhadores (técnicos e professores) e os estudantes”, declara.

Para Moresi, o aumento do número de casos da Covid-19 em Alagoas é algo muito preocupante. Ele lembra que o último relatório do Observatório Alagoano de Políticas para o Enfrentamento da Covid-19, da própria Universidade Federal de Alagoas (Ufal), revela que a incidência de casos do novo Coronavírus em Alagoas foi 35% maior na Semana Epidemiológica 49 do que na semana anterior. “Os dados do observatório revelam que os aumentos mais significativos continuam sendo observados nos dois maiores municípios alagoanos, Maceió e Arapiraca, que registraram aumento de 64% e 25% no número de novos casos, respectivamente”, finaliza o coordenador de comunicação do Sintufal.

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