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Gestão acata sugestões do Sindicato e refaz procedimentos

Acompanhe reformulação e o que será adotado durante paralisação

Foto por: Reprodução
Prédio da Reitoria da Ufal no Campus A.C. Simões

Conforme ofício nº 003/2026 do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), de 27 de fevereiro de 2026, entregue e protocolado junto a Ufal. A gestão atual afirmou que “reconhece o direito legítimo de greve; Considerando a necessidade de estabelecer os procedimentos administrativos para acompanhamento das atividades de cada setor durante o curso da greve, Fica estabelecido:   
 

1. A UFAL não procederá com desconto salarial dos servidores aderentes ao movimento paredista. A compensação das atividades afetadas pela greve ou a definição de descontos referentes a esse período serão objetos de acordo, ao término da greve, seguindo as negociações em âmbito nacional entre a Fasubra, Ministério da Educação (MEC) e o Ministério de Gestão e Inovação (MGI). 
 

2. Cada chefia deverá manter em seu setor ou unidade o registro de ponto do servidor, que ficará incumbido de comunicar, verbalmente, sobre sua adesão à greve. 
 

3. No Boletim de Ocorrências encaminhado ao DAP/PROGEP/UFAL deverão constar todas ocorrências relativas ao respectivo mês, exceto aquelas que fizerem referência ao código 03-146 - FALTA POR GREVE.
 

4. As chefias deverão informar à PROGEP/UFAL, até o quinto dia de cada mês, por meio do e-mail secretaria@progep.ufal.br, a quantidade de servidores em greve em cada Unidade Acadêmica ou Administrativa. 
 

5. Toda alteração no quantitativo de servidores em greve deverá ser atualizada e prontamente informada pela forma acima indicada. 
 

6. Durante o período de greve, deverá ser mantida a execução de atividades consideradas essenciais, principalmente na área de saúde e segurança, em conformidade com o que preconiza os artigos 9º a 13 da Lei nº 7.783/1989. Outros serviços ou atividades poderão ser incluídos como essenciais a partir de negociação entre os gestores setoriais e o comando de greve. 
 

7. Aproveitamos também para informar que análises de processos administrativos e os serviços administrativos realizados pelos órgãos de apoio administrativo e acadêmico diretamente vinculados à Reitoria poderão ser temporariamente suspensos durante a greve, ou poderão levar mais tempo que o normal para serem realizados, levando sempre em consideração a necessidade de funcionamento dos serviços essenciais. 
 

8. A Reitoria manterá canal permanente de diálogo com o Comando de Greve, a fim de acompanhar a evolução do movimento na Universidade, além de tratar dos serviços essenciais para o funcionamento da Universidade e o atendimento à comunidade. 
 

9. Desconsiderar as orientações contidas no Ofício Circular Conjunto nº 01/2026-PROGEP/GR/UFAL, de 25 de fevereiro de 2026.”

Clique no arquivo, abaixo, para ter acesso ao ofício:

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